Capital legitima da moda, e mãe pàtria da alta costura, Paris inventou no século XIX os encontros ritmados pelas estaçoes. Logo, seguida por Milao, Londres, New York. Essas quatro cidades,rivais,cumplices e palcos do mundo, oferecem o panorama mais exaustivo das tendências. Abastecem compradores, editores e ditadores do que "deve" e "nao deve" no planeta "Vanity". Suprem, ainda,os estoques dos pequenos mestres da "copia" e também das industrias. Produzem a matéria prima do extase que derrete nas pistas de dança e nas passarelas de todas as tribos "fashion", que esperam ardentemente para se fazer ver e aparecer, se frotar nos ultimos efeitos tendenciais.E com um efeito, inegavalmente luminoso,as grandes cidades que acolhem esses rituais de criaçoes vestimentarias sorvem cada retorno (imagem e dinheiro) emitido por admiriradores dos quatro cantos do mundo. Ao olhar e ao cortejo de profissionais,jornalistas e do povo planetario - que se movimentam e se acotovelam para assistir cada passo das tendencias - as "maisons" brilham. Um eco ultramoderno que faz vibrar as cordas economico-mediaticas de outras cidades. Moscou,Kiev,Shanghai,jakarta,Bali,Copenhague,Barcelona,Lisboa,Berlim,Atenas,Rio,Sao Paulo...Cada uma quer sua "Fashion Week". Cada uma sonha com sua tronizaçao nessa grande missa.
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